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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Festival de artes de Teresópolis

Ideias pulando de um neurônio pro outro: falar de momentos tão intensos como estão sendo os das últimas semanas, quando ainda estranho o "blogger"...vou tentar!
Vamos na ordem cronológica: de 11 a 16 de setembro, um festival incrível invadiu amorosa e artisticamente Teresópolis. Produzida pela Água Grande (Nelson Freitas) em parceria com a secretaria de cultura, com curadoria e mediação de Júlio Diniz e patrocínio da CEG,  tivemos de tudo nesses dias - encontros com a arte e o pensamento de Moraes Moreira, Fátima Guedes, Bia Bedran e a harpista Cristina Braga; oficinas com Ferreira Gullar, Lúcia Fidalgo, Deneir e Domi Jr e A. Cássia; contação de histórias com Benita Prieto, Lúcia Fidalgo, Baú que Conta e Canta e com esta que vos escreve; apresentações de vários grupos de teatro de Teresópolis. 
Tive a felicidade de subir ao palco para falar sobre "infância com criatividade tem mais perspectivas" com Lúcia Fidalgo e Júlio Diniz, num bate-bola muito divertido sobre nossas infâncias de meninas leitoras que favoreceram nossas vidas adultas de escritoras.
Mas de tudo de bom que ficou do Festival, o que mais me comove é lembrar da praça do Alto tomada de gente por todos os lados, pessoas em busca de arte, diversão, entretenimento e conhecimento. 
Debate com Lúcia Fidalgo, mediação de Júlio Diniz
Lúcia Fidalgo na oficina de contação de histórias: O MENINO QUE TINHA MEDO DE ERRAR
Júlio Diniz e Moraes Moreira: impecáveis

Eu mesma contando O MENINO QUE TINHA MEDO DE ERRAR para a plateia 
Emocionada com Ferreira Gullar: o poeta


Com as amigas Benita Prieto, Bia Bedran e Lúcia Fidalgo: tricô de quem ama ler e contar histórias

Eu sou dessas criaturas que acredita que a arte salva. Salva uma pessoa, salva uma família, uma cidade, um país, o mundo. Salva o universo. 

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